A propaganda é na maioria das vezes ostensiva. A intenção é sempre atingir o consumidor de maneira que ele vá consumir o mais rápido possível, e às vezes acabam reforçando preconceitos e passando dos limites. Podemos pegar como exemplo recente a propaganda da cerveja Devassa, que tem como estrela a socialte internacional Paris Hilton.
Essa propaganda foi proibida pelo CONAR, o órgão que regulamenta as propagandas no Brasil, por seu teor extremamente sexual, e por outras 3 denúncias de grupos defensores dos direitos das mulheres, de uma empresa concorrente e do próprio CONAR. No final, a Schincariol foi obrigada a fazer uma propaganda na qual Paris mal aparece e que encoraja ao consumidor a procurar a propaganda verdadeira na internet.
A decisão do CONAR foi muito criticada, mas a Schincariol não teve um grande prejuízo. Toda a exposição na mídia desse processo só fez a marca ficar mais famosa e chamar mais a atenção do público. Se os concorrentes acharam que estariam prejudicando-os com a denúncia ao CONAR, se enganaram.
“O convite da marca se refere à capacidade que cada um de nós tem de encontrar motivos para ser feliz, independente do contexto. Poucos povos no mundo fazem isso melhor do que os brasileiros, assim como poucas marcas no mundo podem falar de felicidade com tanta propriedade como Coca-Cola”, comenta Ricardo Fort, o diretor de Marketing da filial brasileira da Coca-Cola.
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